Um olhar sobre as corridas

Peugeot 205 T16 Evo 2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Peugeot 205 T16 Evo 2 - Um olhar sobre as minhas miniaturas


886ª – Peugeot T205 Evo 2 Monte Carlo 86 Vitesse


2º Timo Salonen/Seppo Harjanne (Peugeot 205 turbo 16 E2) (24 FGV 75).,


Modelo real


Timo Salonen testou pela primeira vez o Peugeot 205 T16 na Suécia, num troço nevado, a poucos dias antes do Natal de 84 e imediatamente percebeu que era um carro ganhador.


Quando me sentei no carro e acelerei, senti a potência do carro aliada à tração e a sensação foi extraordinária. Conseguia andar e curvar extraordinariamente depressa, mesmo em pisos cobertos de neve.


Habituado a condução de tração traseiras encontrou no Peugeot agora de tração total e motor traseiro, sensações semelhantes, enquanto no Audi Quattro o seu comportamento era semelhante ao dos carros de tração dianteira. No 205 não me agradava era o facto de não ter direção assistida pois exigia um enorme esforço para o conduzir em troços sinuosos.


No rali Monte Carlo de 1985 a vitória foi da Peugeot Talbot Sport e em 3º o #6 de Salonen Timo - Harjanne Seppo também em Peugeot 205 Turbo 16. Seguidamente voltou a ser 3º na Suécia, e a alcançar a primeira vitória no Rali de Portugal. Neste ano, a luta era apenas entre os Peugeot 205 Turbo 16 e os Audi Quattro S1 de Ai Vatanen e Walter Röhrl respectivamente.


No ano seguinte, no Grupo B, a Lancia juntou-se com o S4, estreado nos finais de 1985 com 500 cv, enquanto Audi mantinha o S1 e a Peugeot, o 205 Turbo 16, ambos na sua segunda geração o Evo 2 mais leve, mais potente e chegou a ter uma caixa de 6 velocidades, mas, do ponto de vista da condução, não fazia muita diferença. Na estreia, o Evo2 era demasiado largo e alterado do ponto de vista aerodinâmico.


O Rali de Monte Carlo tal como em 1985 era a primeira prova do Campeonato do Mundo de Ralis para 1986, eram semelhantes pois não diferiram muito entre si em termos de estrutura, imagem e condições atmosféricas,. No fundo, era o normal, com as habituais dificuldades, armadilhas do gelo e da neve e o Col de Turini, com a sua neve circundada de gente. LeBourzet, Moulinon, St. BonnetLeFroid, Le Col de la Madone,


A luta foi interessante, mas o final foi um segundo lugar depois de ter sido ultrapassado por Henri Toivonen no Monte Carlo de 86, foi explicado


Tudo foi decidido numa escolha de pneus durante a última noite. os técnicos da Michelin informam que o troço seguinte estava completamente seco e que deveria levar pneus slick. As decisões eram tomadas com base na informação dos batedores que passavam nos troços três horas antes.


“Eu parti com os slicks e, quando cheguei lá acima, o troço estava coberto de neve. Não conseguia andar a mais de 30-40 km/h e, a certa altura, o Toivonen passa por mim como uma flecha. Percebi que o rali estava perdido…”


Henri Toivnen venceu o Monte Carlo de 1986, no Lancia Delta S4, 20 anos após o seu pai, Pauli, o ter ganho em 1966 num Citroën DS21


Modificação na miniatura


Os decalques e outras peças vinham numa caixa acrílica dissimulada por baixo da vitrine de exposição para serem colocados posteriormente e acompanhado por uma foto a preto e branco.


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Miniatura


Interior detalhado


Sem suspensão.


As rodas são de plástico de acordo com as originais.


As rodas são de plástico Whizzwheels.


Fabricante


Série


Referencia nº 302 preço


Material – zamac


Material da placa de base – plástico


A base está aparafusada à carroçaria


Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.


País – Portugal


Anos de fabrico  a


 


 


 

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