Ayrton Sena da Silva, a lenda - Um olhar sobre as minhas miniaturas.
1037ª – Williams Renault FW16 Ayrton Senna Onyx
A prenda de Natal de 1996 do meu Pai Mário Rodrigues Dinis
Williams Renault Fw16 Ayrton Senna
Modelo real
A FIA anunciou, em 1993, que toda e qualquer ajuda ao piloto, durante a condução, estaria proibidas a partir do ano seguinte, tal como, a suspensão ativa, a caixa automática, o acelerador eletrônico, o controle de tração, o diferencial autoblocante autoajustável e travão ABS. O carro deveria ser conduzido apenas pelo piloto. O objetivo era valorizar o homem, não o equipamento.
Adrian Newey e Patrick Head, diretor-técnico e sócio de Frank Williams, começaram a trabalhar no projeto do FW16, para os pilotos: Ayrton Senna, Damon Hill.
A 20 de janeiro de 1994, Ayrton Senna testou carro da Williams-Renault, sua nova equipe, depois de com o McLaren, conquistar três títulos mundiais e também 35 vitórias na F1.
Senna e Damon Hill, veem ao Estoril para testes, filmagens produção de fotos e outros materiais de divulgação em Estoril, para no dia 20, começou a acelerar para valer no circuito português.
O carro ainda era o modelo FW15, utilizado pela equipe em 1993, mas sem os componentes eletrônicos que foram banidos pela FIA para 1994. Ou seja, o carro não tinha suspensão ativa, controle de tração, acelerador eletrônico e tavão antibloqueio (ABS).
Teoricamente seria um modelo semelhante ao 1993, mas na prática era uma máquina bem diferente daquele carro que levou Alain Prost ao seu tetracampeonato mundial, encerrando assim a história do francês como piloto na F1.
Ayrton sempre se mostrou preocupado com a instabilidade do carro, mas elogiou a potência do motor Renault V10.
A Williams mostraria nas pistas o modelo FW16 no mês seguinte, fazendo sessões de treinos em Silverstone, Paul Ricard e Imola na pré-temporada, o campeonato começaria em 27 de março no GP do Brasil em São Paulo, no autódromo de Interlagos, com Senna a partir na pole, mas rodou na tentativa de perseguir Schumacher mas abandonou.
A segunda prova no Japão durou poucos segundos: tocado por Mika Hakkinen (McLaren), o brasileiro rodou e ainda foi atingido por Nicola Larini (Ferrari).
Com um carro a não corresponder, a perseguição ao record de Juan Manuel Fangio e as queixas de Ayrton, levam a equipe a fazer atualizações, e lá partiu Ayrton rumo a Imola, para o terceiro e último GP de San Marino onde o sonho do tetra virou dor e saudade... quando Ayrton Senna bate nas paredes na curva de Tamburello.
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Miniatura
Interior detalhado
Sem suspensão.
As rodas são de plástico de acordo com as originais.
Fabricante Vitesse
Série
Referencia nº 202ª preço 2100$00
Material – zamac
Material da placa de base – plástico
A base está aparafusada à carroçaria
Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.
País – Portugal
Anos de fabrico a