Um olhar sobre as corridas

Airflow - Um olhar sobre as minhas miniaturas

Airflow - Um olhar sobre as minhas miniaturas


956ª – Chrysler Airflow Rextoys


Chrysler Airflow fluxo de ar. de 1934,


Um modelo, duas marcas, Chrysler e De Soto que quase levou a Chrysler à falência.


O meu primeiro Rextoys, uma miniatura curiosamente fabricada em Portugal para a Fulgurex, em Lausane, na Suiça.


Modelo real


Carl Breer, Fred Zeder e Owen Skelton, engenheiros da Chrysler, iniciaram uma série de testes em túnel de vento, com a cooperação de Orville Wright, para estudar formas mais eficientes criadas pela natureza e que poderiam se adequar a um automóvel, em Highland Park onde testaram pelo menos 50 modelos em escala até Abril de 1930, quando chegaram á conclusão o atual projeto de automóvel era tão aerodinamicamente ineficiente que na verdade era mais aerodinâmico quando testado como se estivesse sendo dirigido para trás.


Com a aplicaram dos estudos, também começaram a estudar a construção monobloco para obter rigidez com menos peso que poderia ser alcançado com a estrutura da carroceria convencionais separadas.


O resultado desta rutura com a arquitetura automóvel tradicional, e o primeiro automóvel moderno, foi o Trifon Special vindo de Demitrion Trifon, um mecânico e motorista de testes da empresa em vez de Chrysler em 1932 e que se encontra no Museu Walter P. Chrysler.


A base foi utilizada no Chrysler Airflow para a construção de um automóvel elegante, menos suscetível à resistência do ar, desenhado em função dos testes em túnel de vento em Highland Park e muitíssimo rodado pelos protótipos em estradas desertas.


Um golpe publicitário antes da estreia do Airflow, foi provocado pela Chrysler quando no qual inverteu o chassi, colocando o eixo dianteiro e a caixa de direção de um Chrysler Six 1933 convencional na parte traseira do carro, permitiu que o carro fosse dirigido "para trás" por Detroit.


Quando foi apresentado ao público, era diferente de tudo aquilo que o publico estava habituado. O chassis tinha um novo desenho e nele era rebitada a carroceria em curtos espaços; o motor era colocado sobre o eixo dianteiro e a suspensão, com molas longas, era muito mais suave. O centro de gravidade, bem mais baixo, e o tratamento aerodinâmico emprestavam ao veículo uma estabilidade incomum. A carroceria com poucas arestas, faróis embutidos, para-brisas encurvado e inclinado para trás, saias recobrindo grande parte das rodas traseiras e o pneu sobressalente coberto, davam ao carro um coeficiente de resistência aerodinâmica pouco superior a 0,5, o que permitia uma maior economia de combustível e maior velocidade. Além disso, a habitabilidade abriu novos horizontes em questão de comodidade. O maior espaço interno que foi conseguido pela distribuição racional dos componentes mecânicos, o banco dianteiro acomodava três pessoas e o traseiro, tão cômodo como aquele, vinha colocado 50cm para frente do eixo de trás, ao contrário dos carros da mesma época, em que esse banco vinha sobre o eixo, o que implicava desconforto e numa maior altura da carroceria.


Em quatro anos de produção foram vendidos 55.652 unidades do Chrysler de oito cilindros em linha e do DeSoto Airflow, que era quase igual em tudo, mas tinha motor de seis cilindros. um dos grandes acontecimentos da indústria do automóvel.


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Miniatura


Interior detalhado


Sem suspensão.


As rodas têm pneus de borracha de acordo com as originais.


Fabricante Rextoys


Série


Referencia nº preço


Material – zamac


Material da placa de base – plástico


A base está aparafusada à carroçaria


Apresentado em caixa de cartão com janela de visualização e expositor plástico.


País - Suiça


Anos de fabrico  a


 


 


 


 


 


 


 

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