Um olhar sobre as corridas

42º Circuito de Vila Real 2009 - Sábado – Parte 17 – corrida 1 - Campeonato de Portugal de Resistência - 9ª parte


A interminável Recta de Mateus continua emblemática desde os tempos áureos das corridas de automóveis ou motos. Desafiando permanentemente todos os pilotos presentes no mítico circuito urbano vila-realense é apontada como o local de maior velocidade em todo o seu trajecto. Os seus terrenos paralelos são agora indicados como o sitio ideal para a construção das futuras boxes e as dispendiosas estruturas do paddock, juntamente com uma nova meta. O presidente da Câmara de Vila Real, Dr. Manuel Martins, anunciou sua a construção em 2010, como uma condição necessária para a internacionalização das corridas da cidade transmontana, mas que ao mesmo tempo não servirá somente para as corridas. È urgente a criação de um espaço condigno e apropriado para a realização de eventos como circos, semanas académicas, concertos, Stº António, parqueamento para o Centro de Saúde II e uma nova mancha verde.


Para Manuel Pedro Fernandes era o local onde esperava poder alcançar os 240 km/hora com o BMW 320D.


Para a estreante Ana Sampaio após os primeiros treinos de adaptação ao Desafio Único Troféu Fiat 45S onde a descida de Mateus era uma das zonas mais complicadas.


Em 1973, para Carlos Gaspar tanto na descida da Timpeira como em Mateus era a 290 km/h, às 10.000 rpm…




A meio encostado ao lado direito encontra-se o Juno SS, que tão boa prova estava a fazer.



Uma imagem do desalento de José Pedro Leite no final da prova.











A ondulação da estrada

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